
Ele é o centro das nossas vidas. Quem o tem, chora porque ele machuca. Quem não o tem, chora porque gostaria de tê-lo.
Ele move nossos dias, independente de possuí-lo ou não.
Tolo é aquele que se acha na vantagem, fugir dele. Que se orgulha por dizer que ele nunca o “pegou”. Que desse mal nunca sofreu.
Ah, como é bom sentir o amor.
Li um dia desses que em um campo de refugiados de guerra, onde havia civis e militares feridos, traumatizados por viverem em uma zona de conflito, foi designado um grupo de psicólogos, com o objetivo de ajudar essas pessoas a esquecerem seus traumas.
Porém, todos eles confirmaram que 90% daquelas pessoas, só reclamavam ou tinham um só objetivo, falar sobre o amor. Umas queriam esquecer, outras se apaixonarem, outras se declararem. E pareciam que se resolvido os impasses amorosos, suas vidas teriam sentido e seriam amenizados todos os outros problemas.
Ou seja, somos todos iguais. Com o amor a vida fica mais leve. Mais simples.
Ele move nossos dias, independente de possuí-lo ou não.
Tolo é aquele que se acha na vantagem, fugir dele. Que se orgulha por dizer que ele nunca o “pegou”. Que desse mal nunca sofreu.
Ah, como é bom sentir o amor.
Li um dia desses que em um campo de refugiados de guerra, onde havia civis e militares feridos, traumatizados por viverem em uma zona de conflito, foi designado um grupo de psicólogos, com o objetivo de ajudar essas pessoas a esquecerem seus traumas.
Porém, todos eles confirmaram que 90% daquelas pessoas, só reclamavam ou tinham um só objetivo, falar sobre o amor. Umas queriam esquecer, outras se apaixonarem, outras se declararem. E pareciam que se resolvido os impasses amorosos, suas vidas teriam sentido e seriam amenizados todos os outros problemas.
Ou seja, somos todos iguais. Com o amor a vida fica mais leve. Mais simples.


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