26 de novembro de 2008

Busca


É nos seus olhos que me encontro. Busco neles a paz que falta dentro de mim.

Queria acalmar-me em seus lábios e descansar sobre teu colo.

Queria pegar no sono, sentindo o teu cheiro, mas com a certeza que isso seria eterno.

Sem medo do destino me roubasse esse momento lindo.

Em troca de tamanha satisfação, eu lhe ofereceria o meu coração, inteiro e pra sempre seu.

Esse coração que já foi surrado e que hoje bate por um só objetivo, VOCÊ.

24 de novembro de 2008

Amor ...


Ele é o centro das nossas vidas. Quem o tem, chora porque ele machuca. Quem não o tem, chora porque gostaria de tê-lo.

Ele move nossos dias, independente de possuí-lo ou não.

Tolo é aquele que se acha na vantagem, fugir dele. Que se orgulha por dizer que ele nunca o “pegou”. Que desse mal nunca sofreu.

Ah, como é bom sentir o amor.

Li um dia desses que em um campo de refugiados de guerra, onde havia civis e militares feridos, traumatizados por viverem em uma zona de conflito, foi designado um grupo de psicólogos, com o objetivo de ajudar essas pessoas a esquecerem seus traumas.

Porém, todos eles confirmaram que 90% daquelas pessoas, só reclamavam ou tinham um só objetivo, falar sobre o amor. Umas queriam esquecer, outras se apaixonarem, outras se declararem. E pareciam que se resolvido os impasses amorosos, suas vidas teriam sentido e seriam amenizados todos os outros problemas.

Ou seja, somos todos iguais. Com o amor a vida fica mais leve. Mais simples.

21 de novembro de 2008

Momento Humano - Cafeína

Hoje fiz o café como prometido.
Servi na xícara que só eu uso.
Passei a semana saindo a lugares onde não me faça pensar em mim.
Adquiri novo vocabulário, só para não repetir as mesmas palavras.
Tentei pensar no melhor e esquecer do que não tive.
Nestes dias, tentei a felicidade.
Não é por falta de busca.
Fui otimista, ajudei problemas alheios.
Ouvi todos os que não me conhecem, escutei os poucos que precisavam, e como sempre.
Acabei sozinha.
A sobriedade é sombria.
E há tempos essa sombra me persegue.
Odeio ser piegas,mas às favas com este café numa xícara bonita.
Hormônios amaldiçoados que afloram o que tento esconder todos os dias.
Converso com as paredes rabiscadas, com o canário, com o espelho colocado na parede só para refletir meu rosto.
Ninguém me responde.
Todos me contam seus problemas como se eu não os tivesse.
E ninguém, ninguém quer ouvi-los.
Pudera, ninguém é obrigado... nem devem ser.
Minha pessoa só me diz respeito.
E é só dela a minha companhia.
Mas dói demais.
A falta de tudo que ainda não tive.
O medo de não ter.
O repúdio por essa massa adiposa que me envolve.
A falsa sensação de quem tudo estará melhor na manhã seguinte.
A mentira da noite.
A verdade sem lógica do dia.
Todos temem, só eu não posso?
Há tempos não abraço com tesão.
Mal sei o que é gargalhar.
Sinto raiva do que me tornei. Mais raiva ainda de não querer que ninguém saiba disso.
Postura errônea de quem está melhor do que parece.
Querer ser ideal para quem está se lascando para mim.
E ser idealizada por apelidos virtuais que nunca se concretizam.
A vida se cansou de mim.
E eu não sei como reconquistá-la.
Esqueci como se faz.
Perdi a fé no velhinho sentado numa nuvem.
Faltava eu na vida de deus.
A única coisa que ganhei tentando a perfeição,foram resultados imperfeitos.
Anestesiada pela abstinência de não sentir, sigo contando as horas,não há reação,somente uma sinistra esperança que o mundo mudará em poucas horas...

(Texto do www.bebendo.blogspot.com)

20 de novembro de 2008

Ensaio sobre o Oportunismo - Claudia Leitte

"Você gostaria que seu filho fosse gay?" Eu deveria responder "sim" a essa pergunta? O que você deveria dizer a Leo Áquila, vestido de rosa, rindo bastante, insinuando coisas que poderiam ser depreciativas do seu trabalho e do seu caráter, caso ele te fizesse essa pergunta? O quê? Aquilo não era uma piada?

Se temos um problema desse tamanhão, ao menos deveríamos tê-lo mudado de contexto. Se eu estivesse discutindo homossexualidade, não faria graça. Muito menos meu marido. Além de se tratar de um assunto de extrema seriedade, nunca desrespeitei ser humano nenhum.

Francamente não desejo que meu filho seja homossexual por vários motivos e, sobretudo pelo pelo preconceito absurdo que vejo meus amigos gays sofrerem em seu dia `a dia. Entretanto, Deus sabe o que ele será e independente do rumo da sua sexualidade eu o amarei incondicionalmente. Além disso, se muitos homossexuais ainda se dividem quanto a homossexualidade ser uma alteração genética ou de fato uma opção sexual, por que eu deveria afirmar no meio de uma brincadeira que gostaria que meu filho fosse gay?

Ah! Já sei. Queriam que eu fosse hipócrita para evitar o repúdio alheio? Vejamos, talvez eu devesse dizer que "sim", ou devesse ter uma resposta preparada para cada circunstância parecida. Caso outro apresentador "seriíssimo" me perguntasse sobre a questão, eu seria hipócrita e diria: Quero que meu filho seja gay. Isso evitaria um boicote e eu ficaria mais rica, não? Não me perguntaram se eu amaria meu filho ainda que ele fosse gay. Não. Me perguntaram em "tom Engraçado", em clima de piada, se eu gostaria que meu filho fosse gay.

Vamos lá! Façam uma pesquisa sobre a minha vida, sobre a do meu marido. Sabem quantos amigos homossexuais nós temos? Perguntem a cada um deles se em algum momento os discriminamos. Volto a dizer que Jamais desrespeitei ou preconceituei qualquer ser humano. E defenderia os homossexuais caso fosse necessário, em função de serem iguais a mim. Somos todos humanos.

Se eu errei, ou magoei alguém, lamento, e em nome do meu marido também. Essa jamais foi a nossa intenção. Assim aprendi em minha casa: "Ame, indistintamente". Assim o farei. Sempre o fiz.

Boicotem, agridam. Aí realmente mora o preconceito, abusivo, abusado, circunstancial, oportunista. Levantem uma bandeira tão séria fundamentada numa piadinha que um apresentador fez comigo. Será que ele não deveria dar uma conotação diferente a este tipo de pergunta? Será que o tema se encaixa numa piada? Imagine, se ele brinca com o assunto em suas perguntas, por que eu não poderia brincar em minhas respostas? Afinal, aquilo era um debate?

Talvez eu deva ensaiar tudo que vou dizer a partir de agora, vivemos na era fake. Quanto mais agradáveis formos, melhor, não? Talvez eu deva realmente ceder `a essa hipocrisia e me tornar mais um enlatado de prateleira de supermercado, e assim, quem sabe, nas próximas eleições...


"Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem".

19 de novembro de 2008

A lição da Borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los.

Amadurecimento - Mario Quintana


Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando - a vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar.
Mas uma coisa parece estar sempre presente.
A busca pela felicidade com o amor da sua vida.
Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?
E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele (a)"? Como diz o meu pai:
"nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era.
Cada namorado era o novo homem da sua vida.
Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua de mel e, de repente PLAFT!
Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo".
Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses.
Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva.
Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada
no bar o resto da noite.
Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco
dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria
de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short camiseta e chinelo.
A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes.
A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas, mas continuamos com a procura incessante por uma
pessoa legal, que nos complete e vice-versa.
Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos a luta e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira.
Sem falar na diversidade que vai do Forró ao Beatles.
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som.
Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora. Com o tempo, você vai percebendo que
para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você gosta (ou acha que gosta), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!!!!


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Post dedicado a minha Butterfly !!!

... Assim...

Só as tuas mãos trazem os frutos.

Só elas despem a mágoa

destes olhos,

carregados de sombra e rasos de água.

Só elas são

estrelas penduradas nos meus dedos.

– Ó mãos da minha alma,

flores abertas aos meus segredos.

(Marina Lima)

18 de novembro de 2008

Das vantagens de ser bobo - Clarice Lispector

"O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas.

É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo."

Sonho

Eu não teria pensado duas vezes, não lutaria contra sentimentos.

Há sentimentos que arrebatam e nos levam ao auge, fazendo o peito estourar numa felicidade impar, não deixando o sorriso sumir do rosto, olhos pararem de brilhar e o coração pulsar rapidamente.

Manteria todo o exagero da paixão, com carinhos, mimos, presentes, surpresas. Permitiria-me amar cada vez mais, como seu não houvesse amanhã.

E não me perguntaria nunca, se um dia tudo isso iria acabar.

Continuaria realizando todos os sonhos que sonhamos e os que ainda vamos sonhar. Festejaria nossa felicidade com o mundo e por em vários momentos acredito que meu mundo seria unicamente você. Não necessitando de mais ninguém, querendo somente sua presença pra me sentir completa.

Velaria seu sono, fazendo carinhos intermináveis, esperando ansiosamente a hora que você acordará, somente pra lhe desejar um bom dia.

Por isso, continuo a sonhar, a nutrir todo o carinho que guardo dentro de mim.

Sabendo que um dia realizarei tudo isso e mais um pouco, me tornando a pessoa mais feliz desse mundo.

14 de novembro de 2008

Felicidade Realista - Mário Quintana

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

13 de novembro de 2008

Amor nos olhos

O amor é algo que nos surpreende, ele move nossas vidas, e nos faz sentir vivos.

Porém, o amor verdadeiro não está e não é limitado ao tocar, ao sexo ou a presença. O amor verdadeiro é algo onde sentimos de longe, onde não há a necessidade da presença, temos certeza dele existir e de que vamos retribuir a altura.

Eu experimentei vários amores e houve pessoas que me tocaram em uma profundidade absurda.

Era aquele amor que doía e que consumia. Só que um dia, eu precisei esquecer; domar esse amor incontrolável. Não porque eu queria, mas porque a outra metade quis, e me bastou aceitar.

Hoje, sei que amei, com minha força e dei o melhor de mim, porém, sei que hoje consigo amar sem sofrer, sem doer. O amor não é assim, não é uma coisa que consome. Ele tem que ser leve. Tem que ser sadio.

O tempo nos ajuda a achar o equilíbrio e não se culpar e não culpar os outros. E trazer toda a serenidade pra ver o amor nos olhos e não no corpo.

O dia que você achar alguém que olhe nos seus olhos e lhe diga que te ama sem nenhuma palavra. Aposte nessa pessoa, todas as fichas, independente de quem for, onde vocês estiverem e como você irá lidar com isso depois.

O amor é declarado com o olhar e não com palavras.

11 de novembro de 2008

Mudança nas placas de trânsito !!!

ANTES -----


DEPOIS -----


Até que a morte não os separe !!!

Idosa morre ao ser atingida pelo caixão do marido

Veículo que transportava caixão foi atingido por um carro.
Acidente aconteceu nesta madrugada, no Rio Grande do Sul.

Uma mulher de 67 anos morreu na madrugada desta segunda-feira (10), depois de ser atingida pelo caixão do seu companheiro.

Segundo a assessoria de imprensa do Comando Rodoviário da Brigada Militar, a idosa estava no veículo da funerária, que transportava a urna de Tapes para Alvorada (ambas no Rio Grande do Sul), pela RS-717. Um carro bateu na traseira e o caixão acabou se deslocando e atingindo a vítima.


7 de novembro de 2008

Expectativas

"Se formos consultar o dicionário, estará lá, de forma bem clara: “expectativa: situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento”. Palavra derivada do substantivo latim ex(s)pectatum, do verbo ex(s)pectáre, significa estar na expectativa de, esperar, desejar, ter esperança. E aí está nossa ruína, nossa perdição: ante um acontecimento criamos expectativa, cultivamos o desejo de que algo seja como gostaríamos que fosse e ficamos ali, esperando, esperando, ansiosos, antevendo coisas, prevendo e antecipando situações, imaginando coisas e mais coisas. E, quando chega o momento do encontro, seja ele qual for, com alguém ou alguma coisa, fato, acontecimento, pronto! Estamos prestes a nos decepcionar, a nos frustrar, a cair das nuvens (o que, segundo Machado de Assis é melhor que cair de um terceiro andar). " Trecho roubado de um blog que esqueci qual é, agora...

A expectativa é uma coisa terrível mesmo. Geralmente, o que acontece é mesmo a decepção. Acabamos esperando demais e depois, levamos o baque. Esperamos demais das pessoas, dos momentos, dos encontros e, principalmente, dos reencontros. Quando pensamos que tudo o que foi vivido, um dia, pode ser vivido novamente. Mas, muitas vezes, a encenação que fazemos na nossa cabeça é muito melhor do que o momento do reencontro. Por vários motivos. A ansiedade da espera, a idealização que fazemos do outro, a mudança inevitável depois de certo tempo, o medo de sermos nós mesmos, dentre vários outros fatores que atrapalham a nossa vida. Aí não tem como não esperar demais e acabar se decepcionando.

Outra situação que gera decepção, frustração é quando, mais uma vez, vivemos momentos de intensa alegria, de entrosamento, de diversão e queremos repetir tudo isso. Idealizamos novos encontros, novos momentos e ficamos com eles apenas na proposta, no imaginário.

Mas tem também um outro lado da expectativa. Quando esperamos de menos.

Ou melhor, quando esperamos, digamos, o pior. Isso talvez seja até pior do que a própria decepção pela alta expectativa. Afinal, esperar o pior das pessoas é uma coisa terrível de se sentir. Mas existe. Algumas vezes, achamos que a pessoa vai agir exatamente do jeito (negativo) que pensamos. E é isso que acontece. Neste caso, apesar de não esperar demais da pessoa, dói saber que aconteceu exatamente o que esperamos. É muito ruim perceber que estávamos certos quando preferíamos estar errados. Vai ver as pessoas fazem aquilo que acreditamos que elas vão fazer. E talvez seja por isso que devemos ser mais otimistas, esperar coisas melhores das pessoas.

Para o bem ou para o mal, criar expectativas é sempre ruim. Mas é inevitável. Não tem como não acontecer. Mas o melhor é tentar. Afinal, quando não criamos expectativas, se o que vier for bom, saimos no lucro. Seremos surpreendidos. Se for ruim, já não esperávamos nada mesmo...


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6 de novembro de 2008

Casamento Gay

Califórnia, Florida e Arizona aprovam proibição do casamento gay
05.11.2008 - 20h47 Agências

A Califórnia aprovou com 52, 1 por cento dos votos a emenda à Constituição do Estado para proibir o casamento homossexual instaurado apenas em Maio deste ano. A “Proposta 8”, promovida pelos grupos conservadores, pretendia, através do voto popular, anular a decisão do Supremo Tribunal da Califórnia, que legalizou em Maio os casamentos entre pessoas do mesmo sexo. A Florida e o Arizona juntaram-se à Califórnia e baniram também os casamentos gay.

O texto do referendo – realizado no mesmo dia em que se votava o novo Presidente dos Estados Unidos – propunha uma emenda à Constituição para se passar a ler que “somente o casamento entre um homem e uma mulher é válido ou reconhecido na Califórnia”. Cabe agora aos tribunais validarem, ou não, os milhares de uniões que foram realizadas durante estes curtos meses.

Neste estado com 37 milhões de pessoas, o “Sim” vinha cada vez a conquistar mais apoiantes desde Agosto, quando a campanha começou a apostar nos valores católicos da comunidade latina, que representa mais de 30 por cento da população.

Brad Pitt, Steven Spielberg, Ellen DeGeneres e a multinacional Apple são algumas das celebridades californianas que doaram até 100 mil dólares a favor do "Não". Nesta semana, no entanto, alguns dos famosos tiveram que entrar na campanha para rebater os argumentos dos patrocinadores do "Sim".

Por outro lado, os eleitores rejeitaram limites ao aborto em Dakota do Sul e no Colorado. Michigan votou a permissão do uso de marijuana para fins medicinais e Washington para permitir a eutanásia.

5 de novembro de 2008

3 de novembro de 2008

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F1 e Eleições EUA !!!


= Obama ganha o campeonato, sem ganhar a corrida... kakakakaka... Só falta as eleições !!!